12/02/2020 às 11h11min - Atualizada em 12/02/2020 às 11h11min

Representantes de órgãos da sociedade participam de curso para ajudar vítimas da violência e ainda para ajudar a preveni-los

A Justiça Restaurativa é um novo modelo justiça voltado para as relações prejudicadas por situações de violência.

Hérisder Matias
Criar oportunidades de diálogo para que todos os envolvidos em um conflito possam se manifestar. É com esse pensamento que a Justiça Restaurativa atua. Segundo uma das fundadoras do Instituto Pazes, a mediação é uma forma de entender a causa real do conflito, a fim de restaurar a harmonia e o equilíbrio, trabalhando na prevenção de novos atos de violência.
O curso que está sendo ministrado em Caratinga para a implantação da Justiça Restaurativa tem a participação do poder judiciário, de órgãos de segurança da cidade e de representantes municipais da saúde e educação. Mayara Carvalho explicou que a Justiça Restaurativa atua em todos os segmentos da comunidade, seja o conflito ocorrido dentro da família ou na escola. Ela deu o exemplo de um ato de bullying, onde quem sofre a pratica de agressão física ou psicológica e também quem pratica o ato, recebem acompanhamento e aconselhamentos.
O curso terá duração de 40 horas, sendo encerrado nesta sexta-feira. O evento é coordenadora pela APAC, Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, que utilizou verbas de penas alternativas pagas à justiça para a realização do curso.
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