26/03/2019 às 15h58min - Atualizada em 26/03/2019 às 15h58min

Autoridades realizam coletiva de imprensa para falar sobre o caso ocorrido na Boate Prime

Coletiva foi realizada na tarde desta quarta-feira (26/03)

Lucas Vieira
A coletiva de imprensa foi realizada na tarde desta quarta-feira na sede da Delegacia Regional de Polícia Civil de Caratinga. A delegada responsável pelo caso, o subcomandante do 62º Batalhão da PM, comandante do pelotão de Bombeiros Militar de Caratinga, além de representantes da Boate Prime, receberam os jornalistas da imprensa local para esclarecer o fato ocorrido no interior da casa noturna na madrugada do último domingo. Conforme foi noticiado, durante o show da cantora sertaneja Launa Prado, houve uma confusão envolvendo um Policial Militar do estado do Rio de Janeiro, o amigo dele e outras pessoas. Pelos menos sete tiros foram disparados na hora do desentendimento.

Câmeras de segurança da boate estão sendo analisadas pelas autoridades. As imagens mostram os envolvidos arremessando água uns nos outros e em seguida o policial militar do Rio de Janeiro, Laércio Gonçalves de Souza Filho, de 30 anos, e o amigo dele. Identificado como Jaime Badaró Sobral, de 33 anos, caindo no chão. Foi quando Jaime se apoderou da arma de fogo do PM e atirou para cima. Em questão de segundos, todos os clientes que estavam na casa correram desesperadamente do local. A PM foi acionada e conduziu os suspeitos à delegacia. A delegada esclarece que neste momento as investigações ainda estão em andamento e todos os envolvidos estão sendo ouvidos para a conclusão do inquérito policial.  

Segundo informado pelo Tenente do Corpo de Bombeiros, a Boate Prime está com toda a documentação regular e foi devidamente vistoriada pela corporação.

A proprietária da boate e também advogada, Elizangela Campos Batista, esclareceu que no dia do fato circularam na casa cerca de  890 pessoas.  O estabelecimento contava com 20 seguranças particulares.

Após a divulgação da reportagem, muitas pessoas questionaram o motivo da casa não ter um cofre para a guarda de armas de agentes de segurança. Elizangela explicou que, de acordo com a lei, a casa não tem a obrigação de ter o equipamento.

A proprietária da boate agradeceu a compreensão de todo o público e lamentou o fato ocorrido, que foge da responsabilidade da casa noturna.




 

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