29/01/2021 às 17h20min - Atualizada em 29/01/2021 às 17h20min

Incerteza de volta às aulas presenciais faz venda de materiais escolares despencar

Antes da pandemia o índice de venda era de 100% dos produtos adquiridos para esta época do ano. Agora a queda nas vendas chega a 95%. A crise também impactou na redução do quadro de funcionários.

Lorena Gonçalves
A volta às aulas está chegando e este ano um fator inédito tem impactado o comércio de materiais escolares. Sem uma previsão concreta sobre o retorno das aulas presenciais, as papelarias de Caratinga estão sofrendo com a queda nas vendas. Por conta disso, o quadro de funcionários também teve que ser reduzido.
Mochilas, cadernos, lápis, canetas, isso seria o que as crianças e adolescentes iriam comprar neste mês de janeiro, ansiosos para a volta às aulas. Mas com a pandemia, os planos de retornar à sala de aula tiveram que ser adiados, por tempo indeterminado. E um dos setores que mais foi afetado com o fechamento das escolas, são as papelarias. O comerciante Azenildo Valverde proprietário desta Papelaria, por exemplo, explica que antes da pandemia ele chegava a vender 100% dos produtos adquiridos para esta época do ano. Agora a queda nas vendas chega a 95%.

Ari Valadares, gerente desta outra papelaria, destaca que o reflexo da crise impactou na redução do quadro de funcionários. Antes da pandemia a loja contava com uma média de 6 funcionários, e agora esse número caiu pela metade.

Sem vendas, sem emprego. Esse é o reflexo da crise financeira que a pandemia causou na maioria dos comércios. A expectativa dos comerciantes do setor de papelaria é de que esse cenário mude com a chegada das vacinas, e as aulas presenciais possam retornar em nossa cidade, para que as vendas normalizem.
 

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