11/03/2021 às 16h30min - Atualizada em 11/03/2021 às 16h30min

Preços da cesta básica continuam em alta, em MG

No estado, conforme um levantamento, o preço da cesta básica subiu 22% nos últimos 12 meses

Foto: Miguel Bráz/ TV Sistec
Uma pesquisa lançada no fim do ano passado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) apontou que o preço da cesta básica subiu em pelo menos 16 capitais brasileiras. Em Minas Gerais, conforme um levantamento, o preço da cesta básica subiu 22% nos últimos 12 meses.

Num supermercado, no Centro de Caratinga, dez itens compõem a cesta básica. São alimentos necessários para que uma pessoa possa se alimentar pelo menos por um mês. Manter a dispensa completa pode ser um desafio para quem recebe apenas um salário mínimo. Por isso, parte dos consumidores prefere a cesta básica. Mas, com a alta nos preços, isso pode fazer com que alguns clientes diminuam o poder de compras e levem apenas o necessário.

Um levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (IPEAD/ UFMG) indicou que o arroz, o feijão e o óleo são alguns dos alimentos que ficaram mais caros. Um dos donos de uma rede de supermercado em Caratinga disse que mesmo com o aumento no preço da cesta básica, as vendas cresceram. Ele acredita que os últimos reajustes colaboraram para a alta dos preços.

O empresário disse que algumas pessoas, além de comprar a cesta básica, levam outros produtos conforme a marca.

Na maioria dos casos, é preciso substituir alguns produtos ou deixar de levar tudo o que os consumidores querem. Com o aumento contínuo, o orçamento só aperta no bolso do consumidor.
 

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