23/03/2021 às 09h15min - Atualizada em 23/03/2021 às 09h15min

​Três homens são presos por falsificar documentos para contrair empréstimos consignados

Polícia Civil descobriu ação dos criminosos depois de uma vítima em Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, descobrir empréstimo feito no nome dela no valor de R$ 26 mil.

G1 Vales de Minas Gerais
Três homens foram presos por falsificação de documentos durante operação da Polícia Civil nesta segunda-feira (22), no bairro Nossa Senhora Aparecida, em Caratinga (MG).
 
Durante a ação foram apreendidos documentos bancários e pessoais, incluindo uma certidão de óbito falsa. Segundo a PC, os criminosos falsificavam os itens para fazer empréstimos consignados.
 
A polícia chegou até os suspeitos depois que uma vítima da cidade de Chapada do Norte, no Vale do Jequitinhonha, descobriu um empréstimo em nome dela no valor de R$ 26 mil.
 
“O banco forneceu a ela informações de que o dinheiro decorrente do empréstimo consignado teria sido depositado em uma conta em nome da vítima, mas na cidade de Caratinga, local que ela alega nunca ter comparecido”, explicou o delegado Luiz Eduardo Gomes.

O delegado conta que foram realizadas diligência e a PC conseguiu imagens de um dos suspeitos sacando o dinheiro da conta em nome da vítima.
“Além de ter falsificado os documentos, ter montado uma conta em nome da vítima, realizado um empréstimo fraudulento, ele sacou o dinheiro e transferiu parte desse dinheiro para a própria conta pessoal”, completa o delegado.
 
Um dos presos estava utilizando uma tornozeleira eletrônica, mas a polícia descobriu que o aparelho estava desligado desde o dia 1º de janeiro deste ano. Segundo o delegado, o suspeito respondia em liberdade por outros crimes financeiros, entre eles, estelionato.
 
Além disso, esse suspeito e mais outro já tinham sido presos em fevereiro de 2020 com outros documentos falsos. A polícia tentará descobrir como eles conseguiram obter cédulas verdadeiras de identidade.
 
Ainda durante a operação, dois carros foram apreendidos; os veículos estão no nome de laranjas. Para o delegado Luiz Eduardo Gomes, o objetivo do grupo é esconder o patrimônio, cometendo outro crime, a lavagem de capitais.
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