30/04/2021 às 17h24min - Atualizada em 30/04/2021 às 17h24min

Profissionais alertam para o risco de crianças engolirem moedas e objetos pequenos

De acordo com a ONG Criança Segura, por ano, cerca de 700 crianças de 0 a 14 anos morrem por sufocação. A taxa de internação na mesma faixa etária é de 460

(Foto: Stock)
Moedas, chaves, pregos e baterias são os objetos mais ingeridos pelas crianças. Na maioria dos casos, são eliminados nas fezes. Mas, isso acende o alerta para os pais e responsáveis ficarem atentos à aspiração e a ingestão de um corpo estranho, principalmente em crianças mais novas, de 1 a 6 anos.

De acordo com a ONG Criança Segura, por ano, cerca de 700 crianças de 0 a 14 anos morrem por sufocação. A taxa de internação na mesma faixa etária é de 460.

A ingestão de corpos estranhos na primeira infância é muito frequente. De acordo com José Nelson, gastroenterologista, a primeira coisa que os pais devem fazer em caso de ingestão de corpos estranhos é levar até uma unidade de atendimento para uma avaliação clínica e possivelmente radiológica.

O especialista ressaltou que em caso de ingestão de corpo estranho por criança como ímãs, baterias e pontiagudos a intervenção deve ser imediata. Mas se os pais ou responsáveis demorarem em levar a criança à unidade clínica, as consequências podem ser piores.




A atuação do Corpo de Bombeiros nestes casos é indispensável. O corpo estranho pode causar uma obstrução total ou parcial da passagem do ar respirado. Sargento Aline disse que se a pessoa tem noção de como proceder nesses casos, o procedimento pode ser feito.
Então, fica um alerta para os pais a não deixarem objetos pequenos no alcance de crianças para evitar este tipo de ocorrência.

No último fim de semana, os militares do Corpo de Bombeiros socorreram uma criança de cinco anos que engoliu uma moeda de cinquenta centavos, no distrito de Santa Luzia, em Caratinga. A mãe da criança foi orientada por telefone a fazer os primeiros procedimentos até a chegada da equipe. A moeda ficou presa no esôfago da criança, que passou por um procedimento para retirar o objeto. Este é o segundo caso em 30 dias.
 

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