06/07/2021 às 16h22min - Atualizada em 06/07/2021 às 16h22min

Auxílio emergencial é prorrogado por mais três meses

O documento, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi publicado nesta terça-feira

(Foto: Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou, nesta última segunda-feira (5), um decreto que prorroga por três meses o pagamento do auxílio emergencial à população de baixa renda afetada pela pandemia da covid-19. Com isso, o benefício, que terminaria agora em julho, será estendido até outubro. O documento foi publicado na edição de hoje, do Diário Oficial da União.

Na oportunidade, também foi editada uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário para custear o pagamento complementar do auxílio. No mês passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

Bolsonaro disse que além da prorrogação do auxílio, o valor do Bolsa Família está sendo acertado para o ano que vem.




O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia da covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Mas há normas para receber o auxílio. Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
 

 

Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »
" data-width="400" data-hide-cover="false" data-show-facepile="true">