30/04/2019 às 15h29min - Atualizada em 30/04/2019 às 15h29min

Produtores e clientes reclamam do prazo de obra do Mercado Municipal.

Enquanto acontecer as reformas, produtos serão vendidos nas ruas próximas.

Lucas Vieira
Já se consegue perceber a intensa movimentação de profissionais da construção civil no prédio onde funciona o Mercado Municipal, situado à Rua Coronel Antônio da Silva, próximo da Praça da Estação, em Caratinga. Algumas paredes do imóvel já foram até quebradas e a obra começou mesmo a todo vapor. No local, funcionava nas manhãs de sábados, a tradicional feira de produtores. Com o início da reforma do prédio, a feira foi redirecionada e está acontecendo em ruas adjacentes, entre o Clube Acic e o prédio da antiga secretaria de esportes. Em entrevista ao jornalismo da TV Sistec, o diretor de agronegócios da prefeitura e coordenador da obra, José Coríntios Costa, destacou que a reforma do local trará mais conforto aos produtores, além da setorização dos produtos e ampliação no número de feirantes. O prazo para a conclusão da obra, é de aproximadamente 1 ano.
 
Mas a notícia do prazo de até um ano para a conclusão da obra não foi bem vista por muitos feirantes e clientes. Neste sábado foi o primeiro dia da feira nas ruas. A reportagem esteve no local e ouviu alguns questionamentos do público presente.
 
Dona Maria de Lurdes trabalha na feira há muitos anos. Segundo ela a reforma do prédio é bem vista, porém o atual local indicado para a feira está prejudicando efetivamente a vida dos feirantes. Por ser exposto ao sol, alguns produtos estão estragando mais rápido e causando prejuízo no comércio.
A reforma do prédio do Mercado Municipal será custeada com uma verba de R$ 648.298,67 encaminhada pela Secretaria de Estado de Agricultura. O projeto que será executado foi inspirado em visita a mercados municipais como os de Teófilo Otoni e Belo Horizonte. Segundo os envolvidos na obra, a proposta foi discutida com os feirantes através da associação de produtores.
 
Já a presidente da associação está feliz com a reforma do prédio. Simone disse que os transtornos envolvendo a saída dos produtores do local é temporário e tudo está sendo feito da melhor forma possível.


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