04/07/2019 às 17h29min - Atualizada em 04/07/2019 às 17h29min

Mudança nas regras para obtenção da carteira de motorista promete reduzir o preço desembolsado pelos candidatos e o tempo de preparação antes do temido exame de direção.

Daniela Alves
O uso de simuladores foi imposto apenas aos candidatos à categoria b. Exigido desde o ano de 2016 ele vem causando contradições entre os donos das autoescolas e os candidatos que passam pelo processo de licenciamento.

Desde sua implantação, o simulador é foco de críticas devido ao valor adicional durante o programa de licenciamento da CNH. Paulo Celeste, proprietário de autoescola, explica.

Conquistar a liberdade de ir aos lugares sem depender de carona dos pais ou dos amigos habilitados é o sonho de grande parte daqueles que atingem a maior idade e também de adultos que por questões financeiras esperam o momento certo para adquirir seu registro. As opiniões continuam sobre a questão, que ainda está indefinida.

Antes da regulamentação do processo em 2016 pelo CONTRAN, o número de aulas práticas eram de 25 dentro do processo de licenciamento. Após a regulamentação, este número permaneceu em quantidade para o candidato, mas foi dividido entre as aulas práticas que ficaram com o número de 20 e o simulador com 5. Apesar da notícia de que o simulador não será mais obrigatório a partir do final deste ano, a polêmica continua porque o número de aulas práticas não será alterado, permanecendo em 20.

Um dos esclarecimentos mais polêmicos deste assunto é o fato de que a não obrigatoriedade do simulador fará com que o preço final do licenciamento fique mais barato. Segundo Paulo Celeste, Isso de fato acontecerá caso o número de aulas não seja alterado novamente.


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