09/07/2019 às 10h54min - Atualizada em 09/07/2019 às 10h54min

Após quase quatro meses de paralisação, direção do HNSA anuncia reabertura para o dia 21 de julho.

A superintendente do Instituto Solidário, que colabora com a administração do hospital, explicou que neste primeiro momento serão realizadas internações de pacientes que estão na UPA.

Lucas Vieira
Toda a direção do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, prefeitos e representantes de 11 cidades da região, autoridades do Poder Legislativo e profissionais da área de saúde estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira nas dependências da Maternidade Grimaldo Barros de Paula para assinar simbolicamente o contrato de convênio e anunciar a tão sonhada reabertura do HNSA. A reunião começou com uma benção ministrada pelo bispo diocesano, Dom Emanuel Messias, padre Moacir Ramos e pastor Elan Tebas. Após, o prefeito de Caratinga e a secretária municipal de saúde falaram da mobilização das autoridades para que a unidade de saúde retome com os atendimentos. Ao final, o provedor do hospital anunciou que a reabertura está marcada para o dia 21 de julho, domingo, onde haverá um abraço ao hospital. Em seguida, no dia 22 de julho, segunda-feira, a população já poderá contar com os serviços da unidade hospital.

A superintendente do Instituto Solidário, que colabora com a administração do hospital, explicou que neste primeiro momento serão realizadas internações de pacientes que estão na UPA. Na sequencia, serão realizados agendamentos de cirurgias eletivas conforme o planejamento das secretarias de saúde da região.

Para o retorno dos atendimentos do hospital, cada município atendido se comprometeu em repassar uma contrapartida equivalente a R$3,00 per capita por cada munícipe. Todos as cidades da microrregião, com exceção de Inhapim e Bom Jesus do Galho, assinaram o termo de cooperação.

As autoridades também esperavam o aporte financeiro do Governo de Minas Gerais. Segundo a secretária de saúde de Caratinga o pedido foi negado e por isso o hospital retornará com as atividades gradativamente. A esperança é que o Estado efetive o repasse de verbas no futuro.

O HNSA paralisou as atividades no dia 15 de março de 2019. A unidade de saúde somou uma dívida milionária e se viu obrigada a fechas as portas naquela época. Questionada sobre a inadimplência com os credores, a Superintendente do Instituo Solidário destacou que todos estão sensibilizados com a causa e alguns doaram para o HNSA o dinheiro que a unidade de saúde deve. Os demais, foi pedido um prazo de seis meses para o início do pagamento das dívidas.


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